[Ministro%2520Puemar%255B3%255D.jpg]Salve Deus...
este blog foi criado para aqueles que cultuam a doutrina do Vale do Amanhecer, e, para aqueles que, simplesmente, querem conhecê-la... sejam bem vindos!

O Templo Puemar do Amanhecer de Pirenópolis - GOIÁS, BRASIL, está de portas abertas, todas as Quartas e Domingos a partir das 19:00hs, para atendimento de pacientes, que precisam de ajuda, dentro do seu merecimento, na humildade e no amor, pela Lei de Nosso Senhor Jesus Cristo - - Lei do Auxílio e da Caridade -- para a cura espiritual. Com a graça de Deus Pai Todo Poderoso, de Pai Seta Branca e do Nosso Ministro Puemar você é, e sempre será bem vindo(a) ao nosso templo

A doutrina do Amanhecer não tem “desenvolvimento a distância” ou “desenvolvimento on line”. Os conhecimentos e técnicas mediúnicas devem ser adquiridos gradativamente conforme a trajetória de cada médium em seu desenvolvimento dentro dos Templos. A pretensão deste blog é apenas disponibilizar aos mestres e ninfas, o acervo doutrinário,  com mais facilidade.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ninfas Missionárias–Orientações às Falanges

Visando dirimir dúvidas e adequar o ingresso e a participação das ninfas e mestres missionários nas falanges, bem como as suas atribuições, os Trinos Presidentes Triada, em reunião realizada com os Mestres Devas (Alufã, Adejã e Umaray), no dia 3.10.98, decidiram que a partir desta data deverão ser observados os seguintes procedimentos:
 
Fica limitada a 12 anos a idade mínima e a 18 anos a idade máxima para os jovens ingressarem nas falanges de Nityamas/Nityamas Madruxas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes Mayas. Os referidos mestres e ninfas poderão pertencer às respectivas falanges por tempo indeterminado, ou seja, não haverá idade limite para deixarem as suas falanges. A partir dos 16 anos de idade, o jovem que não desejar participar de uma das falanges citadas poderá escolher outra falange missionária de sua afinidade.
 
A ninfa que desejar ser uma Nityama Madruxa deverá ser casada ou ter condição equiparada. Não haverá limite máximo de idade para o ingresso das Nityamas Madruxas, desde que sejam vindas das Nityamas.
 
A emissão reduzida (provisória) deverá ser utilizada pelas Nityamas. Gregas, Mayas, Magos e Príncipes, não centuriões, exclusivamente para acender a Chama da Vida no Turigano, quando da Entrega das Energias. Frisamos que não poderá ser utilizada nos trabalhos de Abatá, Alabá, Quadrantes, Anodização, Sandays etc.
 
Nos Trabalhos de Julgamento e Aramê a corte de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes deverá ser liberada logo após conduzirem a representante da Condessa Natharry ao seu posto. Não deverão permanecer no Turigano até a incorporação de Pai João de Enoque ou o término do Aramê. Após apagarem a Chama da Vida, o Mago e a Nityama escalados deverão ser liberados.
 
Os jovens, a partir dos 16 anos, desde que sejam Centuriões, podem pertencer ao Adjunto Japuacy, porém, para serem Recepcionistas, somente após completarem 21 anos de idade.
 
A missionária ou missionário não poderá conduzir o Radar da Recepção e nem servir como Recepcionista com a sua indumentária, apenas com o uniforme de Jaguar ou o branco.
 
A missionária ou missionário poderá servir o seu Adjunto sem faltar com as obrigações de sua falange. Os que estiverem com o compromisso de uma missão com seu Adjunto deverão informar à sua Primeira ou ao seu Primeiro de falange, para que não esteja dentro da escala no período em que o Adjunto for precisar de seus serviços. É importante que se harmonize com o seu Adjunto e com a sua Primeira ou Primeiro.
 
A ninfa somente deverá participar de uma falange missionária quando receber a sua Consagração de Centúria, com exceção do ingresso nas falanges de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes. Contudo, se desejar, está liberada a fazer a sua consagração com a indumentária da falange.
 
A missionária fica obrigada a conduzir LANÇA nos seguintes rituais ou trabalhos: imantração no 1º de Maio; corte da Consagração dos Adjuntos; Consagração de Falanges Missionárias; imantração fora do Templo (ruas); trabalho de Leito Magnético; corte da Unificação, Quadrante e Estrela Aspirante. Na imantração no interior do Templo não haverá necessidade da lança.
 
Na Consagração de Falange Missionária, no Dia do Doutrinador (1º de Maio), nas cortes da Consagração dos Adjuntos, somente poderão participar as missionárias(os) com as suas respectivas indumentárias. Não deverão participar de uniforme de Jaguar, branco ou qualquer outra indumentária.
 
A cor das capas das indumentárias é de livre escolha da ninfa missionária, desde que seja uma das cores padrão da Doutrina. Para tanto, a ninfa poderá, em caso de dúvida, se informar no Salão de Costura. Não existe relação entre a cor da capa e a cor da Guia Missionária (*).
 
O Abatá das Missionárias deverá ser realizado, apenas, com componentes de uma única falange, desde que não esteja com a indumentária de prisioneira. A prisioneira poderá participar do Abatá convencional comandado pelos Jaguares. Considerando a quantidade de escalas que a ninfa missionária está obrigada a cumprir, a partir de 1º de novembro/98, será escalada apenas uma falange missionária por dia, para a realização do Abatá, ficando a critério da Primeira de falange a quantidade de Abatás a realizar. Independentemente da escala, outras falanges missionárias, a critério de suas Primeiras e Adjuntos de Apoio, poderão realizar, também, o Abatá, desde que seja previamente comunicado ao 1º ou 2º Devas, conforme recomenda Tia Neiva.
 
Nos trabalhos onde a ninfa for escalada para emissão e canto, representando a falange missionária, não poderá participar com a indumentária de prisioneira ou de ninfa lua/sol. Nas Consagrações de Falange Missionária e no 1º de Maio (Dia do Doutrinador) não haverá substituição da Primeira de falange para emissão e canto no Radar, com exceção das Yuricys, cuja responsável é um Adjunto Arcano.
 
Na Cruz do Caminho, além da participação das duas ninfas missionárias das falanges que possuem missão específica, obrigadas pela Lei do referido trabalho, será escalada pelos Mestres Devas (Alufã e Adejã) mais uma falange por trabalho, ficando a Primeira da falange escalada com a responsabilidade de indicar apenas duas ninfas missionárias de sua falange.
 
A partir desta data, será escalada pelos Mestres Devas (Alufã e Adejã) uma falange missionária para imantração do Templo nos trabalhos oficiais, ficando a critério das demais falanges a participação voluntária, observada a ordem da chamada oficial para a fila magnética. As ninfas missionárias se reunirão em frente ao Castelo dos Devas e o ritual terá início às 16,30 horas.
 
A escala das missionárias para emissão e canto no Quadrante e na Anodização (Unificação) será elaborada, anualmente, pelos Devas (Alufã e Adejã).
 
No Leito Magnético, a missionária convidada pelo 1º Cavaleiro da Lança Reino Central e Vermelha, deverá pronunciar, logo após a sua emissão, apenas as seguintes palavras: “PARTO COM – 0 – . SALVE DEUS!”, como determina o Livro de Leis. A expressão “TRAGO O CANTO DA ... PARA MELHOR SERVIR A VOSSA MERCÊ NESTA JORNADA” deverá ser abolida.
 
A partir desta data, a emissão de todas as missionárias(os) deverá ser entregue pelo Castelo dos Devas, com a apresentação, por escrito, da Primeira ou Primeiro da falange, conforme modelo padronizado pelos Devas, exceto as emissões das ninfas e mestres das falanges de Nityama, Grega, Maya, Mago e Príncipe, não Centuriões, as quais devem ser entregues pela Primeira ou Primeiro após uma avaliação para acender a Chama da Vida.
 
Quando, nos trabalhos onde exige emissão e canto, a missionária estiver participando com indumentária da falange, obrigatoriamente, ela deverá fazer o canto específico da falange. Caso ela esteja com a indumentária de ninfa lua/sol ou “luão”, poderá fazer opção pelo canto da Escrava/Ninfa ou o canto da falange. As missionárias que não possuem canto específico da falange deverão emitir o canto da Escrava/Ninfa seja qual for a condição.
 
É imprescindível a presença da missionária escalada no trabalho ou ritual onde ela tenha uma missão específica. Contudo, a sua ausência não impedirá a realização do trabalho. No horário definido em lei. Não haverá substituta da missionária ausente, porém a lacuna será preenchida se necessário, sem prejuízo do trabalho.
 
A missionária escalada em um trabalho onde tenha uma missão específica não poderá deixar o seu posto para exercer, no mesmo trabalho, outras atribuições não pertinentes à falange, mesmo que esteja de honra e guarda.
 
Fonte: Tumarã

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